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Orgulho e Preconceito: série de 1995 x filme de 2005

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pride and prejudice 1995

       Inicialmente intitulado “Primeiras Impressões”, Jane Austen lançou-o com o nome “Orgulho e Preconceito” em 1813, apesar de tê-lo escrito em 1797, antes mesmo de “Razão e Sensibilidade”. O romance tornou-se o mais popular da autora, o que gerou diversas adaptações literárias, televisivas e cinematográficas. Hoje vou falar de duas das adaptações mais conhecidas (e admiradas) pelas fãs de “Orgulho e Preconceito”: a série de 1995, do canal britânico BBC; e o filme de 2005.

Série da BBC, de 1995

Nota IMDB: 9,2

      Esta série, que tem 6 episódios, tem muitos pontos altos: é muito fiel ao livro, replicando a maior parte dos diálogos e cenas; as roupas, os penteados e as locações são muito adequadas aos cenários da obra e à realidade inglesa do século XIX; os atores, apesar de quase desconhecidos à época, têm uma química impressionante.

      Nesta série, o papel de Elizabeth Bennet ficou com a Jennifer Ehle, quem, infelizmente, não fez muito sucesso depois, apesar de seu grande talento. Por outro lado, o Mr. Darcy é muito conhecido do público atualmente, já tendo até mesmo conquistado um Oscar de Melhor Ator pelo maravilhoso filme “O Discurso do Rei”. É ninguém menos que Colin Firth!

orgulho e preconceito o discurso do rei

       Sobre as curiosidades de bastidores, há algumas bem interessantes… Por exemplo, aqueles olhares entre a Lizzie e Darcy tiveram um quê de realistas… De fato, parece que os atores que interpretaram os protagonistas chegaram a sair algumas vezes… Outro fato bem interessante é que o roteirista, Andrew Davis, também foi responsável por adaptar o livro “O Diário de Bridget Jones” para as telonas, o qual é inspirado em… “Orgulho e Preconceito”! Atualmente, ele é um dos roteiristas de outra série de grande sucesso: House of Cards!

       Conclusão: considero a série obrigatória para qualquer fã de Jane Austen! Tenha certeza, você não vai se arrepender! Vai acabar com aquele gostinho de “quero mais”!

Filme  de Joe Wright, de 2005

Nota IMDB: 7,8

mr. darcy

       Colocar centenas de páginas de livro em apenas duas horas de filme é uma tarefa quase impossível. De fato, não é viável fazê-lo sem deixar de fora algo. No entanto, Joe Wrigth – que também é diretor de “Desejo e Reparação” e “Anna Karenina” (ambos também contaram com a Keira Knightley como protagonista, por sinal) – conseguiu fazer o trabalho da melhor maneira possível. Outra dificuldade que teve foi conseguir ser fiel ao século XIX na Inglaterra e, ao mesmo tempo, fazer um filme atraente para Hollywood. Ele adaptou os penteados, deixando-os menos chamativos (e ridículos) e algumas falas, tornando-as mais leves.

       O resultado foi simplesmente delicioso. Recomendo para fãs de romances e filmes de época. Apesar de ter cortado, como dito anteriormente, diversas cenas do original, não atrapalhou a qualidade do filme, o qual também contou com uma química avassaladora entre os protagonistas, interpretados pela queridíssima Keira e pelo então desconhecido do grande público Matthew Macfadyen.

pride and prejudice 2005 jane and bingley

       No entanto, o romance que saiu da telona e foi para a vida real foi o de Keira (Elizabeth Bennet) e Rupert Friend (Mr. Wickham). Outro casal da vida real era a Rosemund Pike (Jane Bennet) e o Simon Woods. No caso deles, eles já haviam namorado quando as filmagens começaram. Tanto que o diretor chegou a perguntar à Rosemund se ela se importava em contracenar com o ex. Ela, tão fofa quanto sua personagem, disse que não. E a interação dos dois no filme é incrível!

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